terça-feira, 28 de dezembro de 2010
WELCOME 2011 !
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
DICAS NA ENTREVISTA PARA TIRAR O VISTO AMERICANO
Veja abaixo as dicas do cônsul americano do Setor de Vistos do Consulado dos EUA em São Paulo, Mr. John S., sobre o processo de entrevista para a obtenção do visto para entrada nos Estados Unidos:1. Diga sempre a verdade!
Isso serve tanto para as informações em seu formulário como para sua entrevista. Também é muito importante preencher os campos no formulário referentes aos possíveis parentes que vivem nos Estados Unidos ou a recusas de vistos anteriores.
2. (Não) me mostre os documentos!
Você veio ao Consulado para uma entrevista. Queremos ter uma conversa com você e não ver seus documentos – eles estão em segundo plano e deverão ser entregues ao cônsul somente se forem pedidos.
3. Quem é você?
Naturalmente, existem algumas coisas que precisamos saber de todos os solicitantes, como, por exemplo, o motivo da viagem, para onde você irá e sua profissão. Quando um cônsul lhe pergunta o que você faz, ele quer ouvir mais do que “sou um empresário”, “autômono” ou alguma resposta curta. Nós não podemos lhe dar um visto a não ser que você nos diga exatamente o que você faz. Por exemplo, nos diga o seu cargo, que funções desempenha ou o que você faz diariamente. Tenha mais argumentos…
4. Fale por você mesmo!
Não traga seus pais ou parentes com você para a entrevista. Os cônsules querem entrevistar você, não a sua família. O solicitante passa uma impressão negativa se não estiver preparado para falar por si próprio. Se você for um menor solicitando um visto para estudar em uma escola de ensino médio (“High School ”) e precisar que seus pais estejam presentes para, por exemplo, a comprovação de sua renda, neste caso, eles deverão aguardar na sala de espera das entrevistas e caso seja necessário o cônsul irá chamá-los até a janela de entrevista.
Fonte: http://blog.panrotas.com.br/rotaeua/
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
BE HAPPY NO PORTAL IG SÃO PAULO
Cáren Nakashima e Livia Valim, especial para o iG São Paulo - 14/11/2010
Paris é possível com orçamento a partir de R$ 6 mil. Mas há alternativas para todas as faixas
Quem casa quer casa, mas antes disso quer passar alguns dias a sós, de preferência em um destino inesquecível. Para a lua de mel não se transformar em dívidas amargas, planeje-se com antecedência – de preferência um ano. E, em primeiro lugar, preste atenção no quesito temporada. “Isso é importante por três motivos, e o primeiro é o preço: fora da alta temporada tudo fica mais barato. Além disso, é preciso considerar o movimento – ninguém quer passar a lua de mel no meio de uma bagunça, enfrentando filas, com crianças correndo e jogando areia em vocês – e o clima – normalmente a baixa é durante as estações de temperatura mais amena, ou seja, outono e primavera, evitando calor extremo ou frio congelante”, explica o turismólogo e consultor de viagens Daniel Thompson. “Fora que a duração do dia é maior quando fugimos do inverno”.
O Delas conversou com especialistas no assunto e reuniu dicas para todos os orçamentos. Confira.
Se você pode gastar até R$ 1 mil
Faça um empréstimo
Mas não de dinheiro. Segundo a assessora de casamentos Alexandra Loureiro, uma noiva sob os seus cuidados pegou emprestado o trailer de uma amiga para passar alguns dias com o marido aventureiro. “Outra pediu para uma conhecida a sua casa em Porto de Galinhas”, conta. Mesmo que o destino seja longe, caso haja a possibilidade de um empréstimo de casa, vale comprar passagens aéreas com bastante antecedência, quando costumam sair mais em conta.
Roteiros charmosos do interior
Que tal tentar um pacote terrestre, de ônibus? “Há muitas opções românticas, como Serra Negra (SP), Monte Verde (MG), Petrópolis (RJ), Serras Gaúchas (RS)...”, sugere Daniel. Para quem não abre mão da vista para o mar, há opções para o litoral também. Informe-se antes sobre a hospedagem e se ela oferece a privacidade e o clima intimista que vocês buscam.
Troca de casas
Alguns sites, como o Troca de Casa, promovem a troca de residências em diversas partes do mundo. Pode ser uma forma inusitada de começar uma nova vida, se hospedando na casa de outro casal! Você disponibiliza a sua residência no período que se hospedar, gratuitamente. Assim, economizará bastante e terá despesas apenas com deslocamento e alimentação.
Se você pode gastar de R$ 1 mil a R$ 3 mil
Pacotes aéreos nacionais
As agências de viagem oferecem preços tentadores para pacotes, com hospedagem em hotéis mais simples e com duração de cerca de 4 dias. De acordo com Alexandra Loureiro, os destinos mais procurados (e que os casais adoram) são as praias do nordeste brasileiro.
Amor na América do Sul
Buenos Aires, a capital argentina, é um dos destinos preferidos dos brasileiros e, de quebra, é uma cidade extremamente romântica. Passar um fim de semana ou três dias ali pode caber perfeitamente no seu orçamento. Daniel indica também a cidade litorânea de Punta Del Este, no Uruguai e Santiago, no Chile.
Nos mares
“Cruzeiros curtos, daqueles que visitam duas ou três cidades, podem ser uma boa opção”, recomenda Alexandra.
Se você pode gastar de R$ 3 mil a R$ 6 mil
Nordeste confortável
Uma semana em bons hotéis no nordeste brasileiro cabem neste orçamento. “Para o casal, o pacote de 7 dias custa aproximadamente 4 mil reais em diversas agências”, conta Jaqueline Dalall Mikahil, consultora de viagens da Be Happy Viagens.
Adicione luxo ao rústico
Com este orçamento, é possível passar alguns dias luxuosos em destinos pitorescos, como Bonito, Pantanal ou Amazônia. “Informe-se sobre hotéis cinco estrelas, com bangalôs e infraestrutura”, conta Daniel.
Resorts na América Central
Cancun, República Dominicana, Punta Cana, Los Cabos, Puerto Vallarta, Aruba... “Há resorts com o sistema de all-inclusive que se encaixam nesta verba”, diz Alexandra.
Se você pode gastar de R$ 6 mil a R$ 9 mil
Alto padrão
Segundo Jaqueline Mikahil, as melhores opções são cruzeiros no Caribe ou resorts exclusivos no Nordeste. “Com este valor, dá para passar uma semana nestes locais, no sistema de all-inclusive”, diz. Os experts apontam o resort Nannai, na Praia de Muro Alto, em Pernambuco, como hors concours na categoria lua de mel dos sonhos.
Expanda os horizontes
Com este dinheiro, já dá para pensar na Europa ou cidades da América do Norte. Que tal buscar referências em filmes que o casal adora e elaborar roteiros customizados com a história de vocês?
E quando o dinheiro não é problema...
Busque consultoria especializada
A Be Happy Viagens, por exemplo, é focada em viagens de altíssimo padrão para recém-casados. “Montamos o roteiro dos sonhos do casal. Pode ser desde a Polinésia francesa, com roteiro de 10 dias, por cerca de 18 mil reais, até Dubai com Ilhas Maldivas, em roteiro de 10 dias, por aproximadamente 14 mil dólares”, lista Jaqueline.
Explore o diferente
Na África do Sul você dispõe de trens de luxo, super safáris e hotéis estrelados... Dubai e Abu Dhabi são roteiros para quem gosta de ouro e deseja (merecidamente) esbanjar, cruzeiros por países nórdicos ou pelo mediterrâneo são outras opções. “Você pode até pensar no Canadá com a oportunidade de ver ursos e acompanhar a Aurora Boreal”, conta Daniel. Que tal?
Lado oriental
Por estar do outro lado do mundo, Índia, Japão, China, Camboja e afins são roteiros caríssimos, mas que podem ser desfrutados de forma especial na lua de mel, se o orçamento não for problema. Que tal?
Dê a volta ao mundo
Para quem tem tempo e dinheiro de sobra, a companhia aérea Star Alliance oferece bilhetes para dar a volta ao mundo. Passagens em mãos, a cumplicidade do casal vai aumentar ao se debruçar sobre os destinos e traçar roteiros. Partindo do Brasil, a rota é definida pelo viajante, que então pode escolher o tipo de hospedagem que deseja e fazer as reservas.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
BE HAPPY NA VEJA SÃO PAULO - CONFRARIA 2010
PESQUISAR, GASTAR E CASAR
Por João Batista Jr.
O manobrista do valet abre o carro, a recepcionista confere o nome na lista e os garçons oferecem taça de espumante assim que alguém pisa no lounge, onde há um baú repleto de bem-casados. Sim, trata-se de uma festa de casamento. Não há, no entanto, troca de alianças ou bênção do padre. E mais: os convidados são cerca de 400 noivos. Eles não pagam nada para testar serviços como bufê, coral, decoração, florista e boleiras, além do dia da noiva, das Havaianas customizadas e dos aromatizadores de ambientes.
Batizado de Confraria, o evento reuniu na última terça, na Estação São Paulo, em Pinheiros, 29 fornecedores de áreas diferentes. O objetivo era mostrar aos potenciais clientes os mais variados tipos de mimo. “Quando vendemos um sonho, o céu é o limite”, diz Marina Bedaque, que organizou o rega-bofe ao lado de Tamara Barbosa. As duas trabalham como assessoras de casamento e cobram entre 5 000 e 20 000 reais por suas orientações e dicas.
O salão de festas, que pode ser alugado (de verdade) por 17 000 reais, não ganhou clima de baile dos apaixonados. Motivo? A maior parte do público era feminina. Noivas, mães, sogras e amigas, muitas amigas. “Sou eu quem decide a maioria das coisas”, conta a engenheira ambiental Juliana Salles, de 25 anos, que em vez do futuro marido trouxe a tiracolo uma colega do trabalho. Com festa marcada para ocorrer no Jockey Club, ela teve de mudar de planos às pressas. Já tinha desembolsado os 8 500 reais do aluguel, quando decidiu revisitar o local. Dessa vez, com seus pais. Chovia. A moça, assim, pôde constatar o que seria o terror de qualquer noiva: goteiras no salão. “Foi, literalmente, a gota-d’água.” Pagou multa rescisória de 50% sobre o valor de locação e assinou contrato com outra casa de eventos, a La Luna, no Butantã, por 26 000 reais. “Casar não é brincadeira”, conforma-se. Na Confraria, Juliana encomendou o bolo à Fleur de Sucre. Preço? 1 500 reais. “Agora só falta fechar com a empresa de bem-casado.” Seu casamento será realizado em abril de 2011, com gasto estimado em 150 000 reais, entre vestido, lua de mel e festa para 300 convidados.
Para os padrões de ansiedade típicos das noivas, a engenheira civil Sandra Mayumi Araki poderia se considerar tranquila. Com boda agendada para março do ano que vem, ela apenas decidiu-se pelo lugar: a Casa Petra, no Brooklin, pela qual pagou 24 000 reais. “Hoje, vim escolher o dia da noiva”, conta, toda nos trinques. “Fiz testes que ajudaram a definir a maquiagem e o penteado. Gostei.” Vai desembolsar 3 000 reais para ter todos os paparicos de beleza feitos em sua própria casa. Um dos sucessos da noite foi a agência de viagens especializada em lua de mel, a Be Happy. Sim, existe esse tipo de sofisticação nesse universo — que movimenta 10 bilhões de reais por ano no país, segundo a Associação dos Profissionais, Serviços para Casamento e Eventos Sociais (Abrafesta).
Só em São Paulo, foram realizados 60 000 matrimônios em 2009. “Ilhas Maldivas e Polinésia Francesa são os destinos mais requisitados”, afirma a proprietária da empresa, Jacqueline Dallal Mikahil. “Olha ali”, diz ela, apontando para uma convidada. “É cliente minha que já casou, viajou e, mesmo assim, continua frequentando eventos para noivos.” Segundo ela, algumas mulheres — depois do “sim” — adquirem uma “doença” chamada depressão pós-casamento. “A pessoa passa dois anos da vida organizando uma festa e, de uma hora para outra, fica sem ter o que fazer. É um drama.”
Entre os poucos noivos presentes estava o contador Fabio Salgado. Namorado da advogada Vanessa Martinez desde 2008, ele a pediu em casamento há dez meses. A partir de então, abriu mão de boa parte de seus programas sociais. Idas a happy hours e a cinemas foram substituídas pela peregrinação em degustações de bolos e afins. “Estamos na maior correria”, diz Vanessa. Para ele, não é nenhum sacrifício essa via-crúcis de experimenta daqui, passa o cartão dali. “Quero estar por dentro de tudo para não me sentir um convidado no meu próprio casamento.”
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
BE HAPPY NO ESTADÃO - BRIDE STYLE
Evento Bride Style mostra que é preciso bem mais que a escolha do noivo para a festa acontecer
Uma "noiva étnica" desce a escadaria que dá no salão principal da casa de festas usando um vestido que custa R$ 15 mil; antes dela, desfilaram a "noiva folk", a " vintage", a "romântica" e a "clássica". Mais de 350 pessoas assistiram, na segunda-feira, ao Bride Style, um dos eventos mais incríveis sobre o negócio do casamento.
Ali se descobre, por exemplo, que quem prepara o bem-casado da festa não é a mesma pessoa que faz o bolo nem os docinhos. Por sua vez, os docinhos não vêm nas forminhas em que serão servidos. As forminhas são compradas em outro fornecedor. Um bem-casado sai por R$ 2,40 mas, dependendo da embalagem (crepom nacional ou italiano? Swarovski? caixinha?), pode chegar a R$ 15. Calculam-se três para cada convidado.
Cerca de seis meses antes do casamento, os noivos mandam um pré-convite que eles chamam de "save the date" (em inglês mesmo); pouco depois, um segundo aviso ("reminder") e, finalmente, o próprio envelope com o comunicado final.
O leigo se espanta com a informação de que os preparativos da festa podem começar dois anos antes, seguir uma planilha de 40 itens e custar R$ 300 mil. Aí, aparece a "assessora de casamento", papel desempenhado gloriosamente no cinema por Geraldine Chaplin (Cerimônia de Casamento, de Robert Altman, 1978). No filme, ela é tão perturbada quanto a família do noivo e, mesmo assim, se dispõe a apagar um incêndio por minuto.
"A gente faz papel de psicólogo, motorista e até de relógio. Tive um noivo que bebeu demais com amigos e perdeu a hora do casamento", conta Cris Aranha, de 42 anos, assessora há 13. Não consta dos 40 itens "lembrar o noivo do casamento" e, por isso, diz Cris, "é preciso ter o telefone até do cachorro da casa".
Folk ou vintage? "Não entendi direito essas divisões (por estilo). Tem um vestido meu (de R$ 15 mil) que é superclássico e entrou como vintage", diz a estilista Bibi Barcellos, sem reclamar. Ninguém reclama.
"É uma oportunidade fantástica para quem trabalha nesse mercado", diz Jacqueline Mikahil, agente de viagem especialista em lua de mel. Ela aproveita para sortear um pacote para Muro Alto (PE), balneário que "parece o Taiti".
"Quisemos fazer algo que não tivesse o formato de feira", diz a empresária Carol Montenegro, idealizadora do evento. Ela e a sócia costumam reunir a noiva e suas amigas no dia do casamento, em uma suíte de hotel cinco-estrelas, para maquiá-las e penteá-las. Levam garrafas de Prosecco e um videomaker.
Orquídea e coxinha. O importante é a "harmonia da festa". "Não adianta decorar o salão com orquídeas e servir coxinha", explica a assessora de casamento Bebeta Schiavini - (segundo Cris Aranha, "tem mais assessora do que homem no mercado"). De acordo com a Associação dos Profissionais, Serviços para Casamento e Eventos Sociais (Abrafesta), em apenas um dia os casamentos de São Paulo consomem 1,4 milhão de flores, 400 mil doces e mais de mil horas de filmagem. Em suas pesquisas, o IBGE revela que o número de registros de casamentos no País aumentou 35% em dez anos.
Bebeta e Jacqueline comandam uma mesa com duas noivas, a mãe de uma delas e o futuro marido da outra. "Nós podemos ficar aqui oito horas falando de todos os itens", diz Bebeta. "Casamento perfeito não existe. Se a noiva é católica e quer casar na igreja, tem de combinar a data com a da lua de mel e a disponibilidade do salão, entende?"
Hipnotizadas, as duas noivas acham importante "fazer de cada dia do planejamento uma festa". "O casamento é o assunto principal da família durante um ano", diz a administradora de empresas Erika Fiore, de 27 anos, que se casa em novembro.
A noiva número 2, Ana Letícia Zogbi, de 42 anos, gosta tanto de "viver a festa" que diz ter "medo de sentir falta depois". Jacqueline conta que é comum a "depressão pós-casamento". "Onde a noiva vai colocar toda aquela emoção que preencheu quase dois anos da vida dela?"
Embora necessários, os noivos são pouco mencionados. A produtora Vera Tribuli está convencida de que o amor não é prioridade. "Tem umas noivas que dizem: "Quero um vestido lindo", mas nem sabem o que é lapela. Elas querem se vestir e casar."
À saída da casa de festas, o empresário Ricardo Sesta estacionou um modelo Packard 1938 que aluga por R$ 1.200, para levar a noiva. Diz que tem ainda um Chrysler 300C blindado e um motorista com noções de direção defensiva. Em sua felicidade transbordante, a noiva de R$ 300 mil não vai querer facilitar com o destino.
"Quem ouve o choro da noiva?"
Cris Aranha, Assessora de casamentos, de 42 anos
Tem noiva que não dá valor à "assessora de casamento" (a praxe é cobrar 15% sobre o valor total). Aí, o DJ enlouquece e põe pagode para tocar na festa. Quem vai resolver? E a goteira em cima do bolo? E o noivo que não aparece? Até isso! Tenho uma noiva de João Pessoa que achou muito contratar vans para fazer o traslado do aeroporto para o hotel. Você concorda que é indelicado pedir para as pessoas pegarem um táxi? Sem contar a parte psicológica. E a noiva que descobre que está sendo traída às vésperas da festa, com fornecedor chamando para a degustação do prato quente? Quem ouve o choro? Se bem que, às vezes, a noiva não está interessada na vida sexual do noivo. Ela só quer casar.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100916/not_imp610501,0.php
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
HOTEL EM MALDIVAS TEM SUITE DEBAIXO D´ÁGUA!
Muitos casais sempre pensam em inovar na hora de escolher o lugar perfeito para passar a lua de mel. Mas nunca ninguém tinha pensado em algo tão original como passar esse momento tão especial debaixo d'água.
Pois um hotel nas ilhas Maldivas pensou nisso. Uma suíte foi projetada especialmente para colocar o casal em contato direto com os peixes e a água límpida da região, no oceano Índico. O local costuma ser o restaurante do hotel, mas, para comemorar o seu quinto aniversário, transformaram em uma suíte, intitulada Ithaa.
O hotel só informa o preço a hóspedes potenciais, que devem se informar pessoalmente sobre a suíte com pelo menos duas semanas de antecedência. Para a suíte mais luxuosa (abaixo apenas do quarto debaixo d'água), o hotel cobra mais de R$ 3.000 por noite. E essa é acima do nível d'água.





